Seus pensamentos é que parecem estar bem longe. Ao contrário de seu corpo, eles pesam toneladas e funcionam de maneira irregular. Uma mistura de arrependimento, tristeza, mágoa, solidão. Ela pensa no que fez, no que lhe dissera, ou melhor, deixara de dizer. Seu passado traz coisas que no presente lhe fazem mal.
Um mal gerado pela insegurança, fator que fê-la afastar-se. O medo, que por outros olhos pode ser encarado como covardia, trouxe-lhe um arrependimento cruel. Refletindo agora sobre o seu distanciamento repentido, vinha-lhe na cabeça a idéia de que sua realidade poderia ser diferente, mais feliz. Bastava coragem.
Coragem essa que não teve para dizer-lhe a verdade sobre o que sentia. Não que tenha mentido sobre algo, não. Só nunca falou a respeito. Uma tristeza lhe abate o coração, uma vez que poderia ter dito uma frase, algumas singelas palavras, porém repletas de significado, de sentimento, de pureza. Ao menos a nuvem negra de mágoa que pairava sobre ela há algum tempo poderia ser menor, ou não tão escura.
Escuridão que retratava muito bem o seu estado naquele momento. Ela estava só, mesmo cercada de gente. O mundo funcionava, como sempre, a todo vapor, e ela sentia-se apenas um parafuso perdido no meio do enorme sistema de engrenagens. Nem a presença de seus amigos afastava sua solidão. Era uma pessoa vazia, por dentro e por fora.
Havia uma explicação.
Ela não fora uma boa menina.
Seu amor ela deixara de lado.
Essa eterna insatisfação, o querer sempre mais.
Ansiedade, somada ao não saber esperar.
Atitudes impetuosas e isentas de reflexão.
"Dei com os burros n'água", como ela mesma concluiu.
Sentir falta.
Tentar recomeçar.
O problema é que nem sempre dá certo.
Mal ela chega em casa, o telefone toca, e ela volta para a realidade.
-...alô?
Seu amor ela deixara de lado.
Essa eterna insatisfação, o querer sempre mais.
Ansiedade, somada ao não saber esperar.
Atitudes impetuosas e isentas de reflexão.
"Dei com os burros n'água", como ela mesma concluiu.
Sentir falta.
Tentar recomeçar.
O problema é que nem sempre dá certo.
Mal ela chega em casa, o telefone toca, e ela volta para a realidade.
-...alô?
Será uma nova esperança?
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(Tu tu tu)
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(Tu tu tu)
Não.
Ele não tinha o número do telefone da casa dela.
Ele não tinha o número do telefone da casa dela.
Laurinhaaaaa
ResponderExcluirMuito lindo os textos!
está perfeito!
vou morrer lendo eles :P
PARABÉNS!
beijão
Terena
aaaaaaaaaaaa
ResponderExcluirmeu deus!
produção em série??
como tu escreve tanto e tão bem?
to apavorado.
shaushuahsuahsu
tem que ler todos. e ta bonita a combinação de cores. é que demorei pra acustumar
uahsauhsuhaushauhsahhu
ResponderExcluirnão, é que eu me empolguei hehehe
a idéia de ter um blog me animou sabe
foram ímpetos de inspiração, então eu resolvi arriscar e escrever tudo!
não te apavora não ;)
ah, esse foi o layout que eu mais gostei
o que me chamou a atenção
até tentei mudar a combinação de cores, mas nada ficava bom, então deixei assim mesmo