sábado, 6 de março de 2010

Algumas explicações

Resolvi escrever esse post pra explicar às pessoas que vêm, comentam e não acreditam na minha rapidez em escrever. Sim, porque pra alguém que não tinha esse costume, eu acho que estou indo bem até. Poxa, sete postagens pessoal.

Minha mente costuma ter idéias repentinas. Um exemplo presente disso é o post "Cuidado!". Eu estava escovando os dentes lá no banheiro da minha casa, bem feliz (eu levo cinco minutos inteiros só escovando os dentes), quando de repente me veio a frase: "que vontade de matar alguém hoje".
Bom, da idéia até o post foi um longo caminho. Isso porque, como eu sou meio esquecida, na mesma proporção em que me vêm idéias bacanas, essas mesmas idéias vão embora.
Para poder lidar melhor com esses abacaxis chamados idéias, descascá-los e transformá-los em alguma coisa legal, há um tempo atrás resolvi que não iria a lugar algum sem um pedaço de papel e uma caneta. Ah, entenda-se por papel qualquer um mesmo. Cartões de lojas, última folha do caderno, agenda. Vale até notinha de supermercado ou de recarga de créditos pra celular, conforme o tamanho do bolso, a bolsa ou da mochila.
Desde então várias bandas, músicas, filmes, idéias e besteiras, por que não?, passaram a fazer parte do meu dia-a-dia. No caso das idéias: apareceu alguma? Lá vou eu correndo pra anotar e, se o papel for de tamanho razoável e eu tiver tempo, faço inclusive um esboço do texto em que aquilo vai se transformar. Fica uma bagunça terrível, com muitos riscos, cortes, setas, numeração de parágrafos (porque na maioria das vezes eu escrevo e mudo tudo, o que era fim vira começo, o que era meio vira fim, e o que era começo... bom, risco tudo e invento outra coisa). Assim que tiver tempo disponível ajeito daqui, tiro dali, acrescento lá e... tcharãããn! Nasce um texto!

Bom, acho que consegui explicar tudo. Só tenho uma coisa a acrescentar:
Muita gente julga que escrever é difícil. Eu também achava o mesmo. Porém é só se deixar levar pela criatividade, que eu sei que todos têm. E quando o texto fica pronto a sensação de alívio é maravilhosa.
Um texto não é nada mais que uma conversa. O escritor fala com o leitor, com a total liberdade que se tem numa conversa. Uma das coisas que eu aprendi foi que sempre haverá um leitor para cada escritor (e como já dizia um velho ditado letrista, sem leitor não há escritor, e sem escritor não há leitor).



-Fim de transmissão-

2 comentários:

  1. É verdade, já tem muita coisa aqui o.o
    ouvi uns papos de que tu iria criar um blog e fui ver já tinha tudo isso postado, eu que tenho só 5 em mais de um mês.
    Acho que vou adotar essa tecnica dos bilhetinhos... =P

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  2. hehehe
    the flash!! _o/

    ah, adota sim, que funciona
    ;)

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